⚡ Eletricista Grande Porto

Antena TDT, Parabólica e Sinal de Televisão no Grande Porto

Resolvemos problemas de sinal de televisão em moradias e apartamentos de todo o Grande Porto: imagem aos quadrados, canais que desaparecem com o vento, antenas partidas ou corroídas, amplificadores mal regulados, parabólicas desapontadas e pontos de TV novos em divisões que não tinham. Medimos o sinal com aparelho em vez de o adivinhar pela barra de qualidade do televisor, porque pouco sinal e sinal a mais dão exatamente a mesma imagem e pedem soluções opostas.

O Que Cobrimos

  • ✅ Instalação de antena TDT individual em moradia
  • ✅ Reorientação e substituição de antena existente
  • ✅ Diagnóstico de imagem pixelizada e canais em falta
  • ✅ Amplificadores de mastro e centrais de banda larga
  • ✅ Filtros para interferência de 5G nos 700 MHz
  • ✅ Instalação e apontamento de antena parabólica
  • ✅ Distribuição de sinal por várias divisões
  • ✅ Pontos e tomadas de TV novos
  • ✅ Ligação à coluna montante e ao sistema coletivo do prédio

Como Funciona

  1. Passo 1: Medição do nível e da qualidade do sinal na tomada onde está a falhar
  2. Passo 2: Verificação da origem: antena, mastro, amplificador, cabo, derivador ou tomada
  3. Passo 3: Em prédio, identificação do que é sistema coletivo e do que pertence à fração
  4. Passo 4: Proposta com a intervenção mínima que resolve, separada de melhorias opcionais
  5. Passo 5: Execução, nova medição em todas as tomadas afetadas e registo dos valores obtidos

Imagem aos Quadrados: Pouco Sinal, Sinal a Mais ou Interferência

A televisão digital não desvanece como a analógica desvanecia. Ou descodifica bem e a imagem é perfeita, ou passa o limiar e a imagem congela, quadricula e desaparece de um segundo para o outro. É o chamado efeito de precipício, e é o que faz com que o mesmo canal esteja impecável às três da tarde e impossível às nove da noite, sem nada ter mudado em casa.

Numa tomada de utilizador, o nível de sinal digital terrestre deve andar entre 45 e 70 dBµV, com uma qualidade de modulação acima dos 22 dB. Abaixo disso há erros a mais; acima disso o sintonizador satura e o resultado é igualmente mau. O erro mais repetido que encontramos é justamente este: alguém acrescentou um amplificador para resolver, o amplificador empurrou o nível para lá dos 80 dBµV e a imagem piorou. Tirar o amplificador é, em muitas casas, a reparação inteira.

A terceira causa é interferência. A faixa acima dos 694 MHz, que a televisão usava, passou a ser usada por redes móveis, e uma antena antiga de banda larga continua a captá-la e a entregá-la ao amplificador, que a amplifica junto com tudo o resto. Um filtro colocado imediatamente à saída da antena corta essa parte do espetro e devolve canais que pareciam perdidos. Custa pouco e dispensa mexer no resto da instalação.

Antena TDT Individual: Antena, Mastro, Amplificador e Cabo

Em moradia, a instalação completa são quatro peças e as quatro contam. A antena deve cobrir a banda UHF ainda em uso, abaixo dos 694 MHz, e ser apontada ao emissor que serve a zona — no Grande Porto isso significa quase sempre virar para o mesmo lado que as antenas dos vizinhos, o que é o primeiro indício de que algo está errado quando a sua aponta para outro sítio depois de uma noite de vento.

O mastro e as ferragens são a parte que ninguém orçamenta e a que estraga o trabalho. Um mastro galvanizado com abraçadeiras de ferro dura muito tempo em Gondomar ou em Valongo, e dura muito menos numa cobertura virada ao mar entre Leça e Canidelo, onde o ar salgado ataca as ferragens, entra pelos parafusos e rebenta a chapa por dentro. Nessas ruas usamos parafusaria inoxidável e vedamos as ligações, porque a diferença de custo é de poucos euros e a diferença de vida útil é de anos.

O cabo coaxial de 75 ohm não é todo igual e a atenuação cresce com a frequência: a 800 MHz um cabo corrente perde perto de 20 dB em cada 100 metros, e nas frequências de satélite, acima de 1 GHz, a perda é bastante maior. Numa moradia de dois pisos com o percurso a dar a volta pela fachada, isto deixa de ser teoria. Usamos cabo de classe A com malha densa e evitamos emendas, porque cada ligação mal apertada é um ponto de entrada de humidade e de ruído.

Parabólica: Diâmetro, Apontamento e Onde Se Pode Fixar

Uma parabólica não perdoa aproximações. A antena concentra o sinal de um satélite que está a 36 mil quilómetros, e a abertura útil de um prato de 80 cm é de cerca de dois graus: meio grau fora e a recepção cai a pique. O apontamento faz-se com medidor, ajustando azimute, elevação e ainda a rotação do LNB, e é por isso que uma parabólica montada a olho funciona em dias bons e falha à primeira chuva forte.

Para o Norte do país, um prato de 80 cm é a escolha sensata, mesmo quando 60 cm bastariam em condições ideais. Os centímetros a mais compram margem para os dias de chuva intensa, que aqui não são raros. As posições orbitais mais usadas para televisão em Portugal ficam a sudoeste e a sudeste do horizonte, com a elevação bastante baixa numa delas — e isso obriga a verificar o que há em frente, porque um prédio, um pinheiro ou o próprio beiral do telhado bastam para tapar a linha de vista.

O sítio onde se fixa é a parte que dá discussões. Numa moradia é uma decisão do proprietário. Num apartamento não é: a fachada, a empena e a cobertura são partes comuns do edifício, e furar qualquer uma delas para prender um suporte de parabólica exige autorização do condomínio, independentemente de a antena servir apenas a sua casa. Há regulamentos de condomínio que proíbem antenas visíveis da via pública e há edifícios onde a solução passa por usar o sistema coletivo que já existe. Explicamos isto antes de montar, nunca depois de furar.

Distribuir o Sinal por Várias Divisões

Levar televisão a mais uma divisão raramente é puxar um cabo a direito. Cada divisor de duas saídas retira à volta de 4 dB ao sinal, e um de quatro saídas retira perto de 8 dB. Quem parte de um sistema já no limite e acrescenta um divisor para pôr televisão no quarto acaba muitas vezes com as duas televisões a falhar, e não só a nova. É por isso que medimos antes: saber que há 62 dBµV na tomada da sala diz-nos imediatamente quantas saídas é possível criar sem amplificar.

Quando o sinal não chega para todos, a ordem correta é primeiro melhorar a captação e só depois amplificar. Um amplificador de mastro, colocado junto à antena e alimentado pelo próprio cabo, amplifica o sinal antes das perdas do cabo e do divisor. Um amplificador metido lá em baixo, ao lado da televisão, amplifica também todo o ruído que o cabo apanhou pelo caminho — e é exatamente por isso que tantas vezes não resolve nada.

Em remodelações aproveitamos para deixar a infraestrutura arrumada em vez de emendar: cabo de televisão a partir de um ponto central, sem derivações improvisadas dentro de caixas de tomada, e a passar pela mesma lógica de tubagem que usamos para a rede de dados. Se estiver a comprar casa e quiser saber o que verificar nesta matéria antes de assinar, vale a pena ver também o nosso checklist para comprar casa no Porto.

Em Prédio, a Antena Coletiva É Parte Comum

Num edifício com várias frações há uma fronteira que decide tudo: quem aprova e quem paga. A antena no telhado, o amplificador central, a coluna montante que sobe pelo edifício e as caixas de piso são partes comuns e pertencem ao condomínio. Da caixa de piso para dentro da sua casa — o cabo, os derivadores internos e as tomadas — é da fração e é do proprietário. Uma avaria que afeta todas as frações é do condomínio; uma que afeta só uma casa quase nunca é.

Isto tem consequências práticas. Se tem imagem má em todas as tomadas do prédio, não adianta contratar quem quer que seja por sua conta: a intervenção é na parte comum e precisa de decisão do condomínio ou da administração. Se tem imagem má só em casa e o vizinho do mesmo piso está bem, o problema está do seu lado da caixa de piso e resolve-se sem pedir autorização a ninguém. A primeira coisa que fazemos ao entrar num prédio é justamente medir dos dois lados dessa fronteira, para não se pagar a obra errada.

Nos edifícios mais recentes toda esta infraestrutura está definida por projeto, com armários próprios e tubagem reservada, e qualquer alteração deve manter-se dentro desse enquadramento sob pena de comprometer a conformidade do edifício. Quando o assunto toca essa infraestrutura partilhada — construção recente, remodelação profunda ou uma falha que apanha o prédio inteiro —, o enquadramento aplicável está detalhado em ITED e telecomunicações.

O Que Fazemos e o Que Não Fazemos

Fazemos a parte física e mensurável: captação, amplificação, distribuição, tomadas e ligação à infraestrutura do edifício. Entregamos os valores medidos em cada tomada intervencionada, antes e depois, porque é a única forma de alguém verificar que ficou bem feito em vez de acreditar em quem foi lá. Também fazemos sintonia dos televisores no fim, que é trabalho de cinco minutos e evita uma segunda chamada.

Não tratamos de contratos, assinaturas nem equipamentos de operador, não desbloqueamos descodificadores nem instalamos serviços de televisão não autorizados, e não reparamos televisores. Se o problema for do aparelho, da rede de um operador ou do serviço contratado, dizemos isso no diagnóstico e não há trabalho a faturar — em Porto e em Vila Nova de Gaia é uma parte considerável das chamadas que recebemos sobre televisão.

Também não subimos a coberturas sem condições seguras de trabalho: telhas velhas de fibrocimento, beirais degradados, coberturas inclinadas sem qualquer ponto de amarração. Nesses casos a solução passa por meios de elevação apropriados, com o custo que isso acarreta, e é conversa a ter antes de haver um preço fechado. Preferimos perder um trabalho a fazê-lo em cima de um telhado que não aguenta ninguém.

Preços e Orçamentos

Deslocação com medição e diagnóstico do sinal: €45 a €70, abatidos se o trabalho avançar no mesmo dia. Reorientar antena e regular o sistema: €60 a €120. Antena TDT nova instalada em moradia, com mastro e cabo: €140 a €280. Amplificador de mastro com fonte e filtro: €90 a €190. Parabólica de 80 cm instalada e apontada, com LNB: €190 a €360. Tomada de TV adicional numa divisão: €70 a €150. O que faz variar é sobretudo o acesso — telhado inclinado, altura do mastro, necessidade de linha de vida ou de escadas especiais — e a metragem de cabo até ao ponto final. Em coberturas sem condições seguras de acesso não trabalhamos e dizemo-lo antes de qualquer orçamento, não no dia.

Onde Atendemos

Matosinhos · Senhora da Hora · Leça da Palmeira · São Mamede de Infesta · Porto · Vila Nova de Gaia · Maia · Gondomar · Rio Tinto · Valongo · Ermesinde

Perguntas Frequentes

A imagem fica aos quadrados a certas horas do dia. Porquê?

Porque o sinal está muito perto do limite mínimo e basta uma pequena variação para o ultrapassar. Mudanças de temperatura, chuva, vento a mexer a antena e aparelhos ligados em casa alteram o suficiente para se cruzar essa fronteira. Mede-se o nível e a qualidade na tomada e vê-se de imediato se falta sinal, se há sinal a mais ou se há interferência a estragar a recepção.

Comprei um amplificador e ficou pior. Faz sentido?

Faz, e é frequente. Um amplificador aumenta o sinal e o ruído na mesma proporção e, se o nível já era suficiente, leva o sintonizador à saturação, que dá exatamente o mesmo aspeto de imagem que a falta de sinal. Além disso, um amplificador colocado junto à televisão amplifica o ruído já apanhado pelo cabo. Muitas vezes a reparação consiste em retirá-lo.

Posso pôr uma parabólica na varanda do meu apartamento?

A varanda é de uso exclusivo da fração, mas a fachada, a guarda exterior e a cobertura são partes comuns do edifício, e fixar um suporte nelas exige autorização do condomínio. Há ainda regulamentos que proíbem antenas visíveis do exterior. Antes de marcar a instalação convém confirmar com a administração, e nós indicamos exatamente onde seria preciso furar para essa pergunta ser feita com rigor.

Que tamanho de parabólica é preciso no Porto?

Oitenta centímetros é a escolha equilibrada para esta região. Pratos de sessenta funcionam em condições normais, mas deixam pouca margem nos dias de chuva forte, que aqui são muitos. Mais importante do que o diâmetro é o apontamento: um prato de oitenta desviado meio grau recebe pior do que um de sessenta bem apontado.

Todos os vizinhos estão sem imagem. Quem trata disso?

O condomínio. A antena do telhado, o amplificador central e a coluna que distribui pelos pisos são partes comuns, e a intervenção tem de ser decidida e paga por essa via, não por um morador isolado. Se a falha for só na sua casa e os vizinhos estiverem bem, aí sim é do seu lado da instalação e resolve-se sem envolver mais ninguém.

Quero televisão num quarto que não tem tomada. É complicado?

Depende da margem de sinal que existe e do percurso do cabo. Acrescentar uma saída retira alguns decibéis a todas as restantes, por isso medimos primeiro: se houver folga, cria-se o ponto novo sem tocar em mais nada; se não houver, é preciso melhorar a captação antes. O percurso do cabo costuma ser a parte mais demorada, sobretudo em paredes já acabadas.

A minha antena está enferrujada. Vale a pena aproveitá-la?

Se os elementos estão partidos ou a ferragem cede ao toque, não. Uma antena ferrugenta perde ganho e move-se com o vento, o que traz de volta o mesmo problema semanas depois. Perto do mar a corrosão é bastante mais rápida e compensa substituir o conjunto com parafusaria inoxidável em vez de recuperar peça a peça.

Ficam com registo do sinal depois de intervirem?

Sim. Anotamos o nível e a qualidade medidos em cada tomada intervencionada, antes e depois, e deixamos esses valores ao cliente. Serve para comprovar o resultado e é muito útil se voltar a haver um problema mais tarde, porque permite comparar com o estado em que a instalação ficou.

Precisa de Antena TDT, Parabólica e Sinal de TV?

Resposta rápida em Matosinhos, Porto, Vila Nova de Gaia e arredores.

💬 WhatsApp 📞 Ligar