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Estores Elétricos e Automação de Estores no Grande Porto

Motorizamos estores manuais que já existem, substituímos motores avariados e montamos comandos, centralização e ligação a domótica em apartamentos e moradias de todo o Grande Porto. Na maior parte das casas o estore que já lá está aproveita-se inteiro: troca-se o eixo por um eixo com motor tubular, resolve-se a alimentação e acabou. O que decide o preço não é o motor — é se há corrente dentro da caixa do estore e se a caixa abre.

O Que Cobrimos

  • ✅ Motorização de estore manual de fita ou de correia
  • ✅ Substituição de motor tubular avariado
  • ✅ Motores de cabo com fim de curso mecânico
  • ✅ Motores de rádio com fim de curso eletrónico
  • ✅ Comandos individuais, de grupo e comando geral
  • ✅ Centralização de vários estores num só ponto
  • ✅ Alimentação nova dentro da caixa do estore
  • ✅ Módulos de persiana para domótica e controlo por telemóvel
  • ✅ Motorização de estores de sacada em prédios antigos

Como Funciona

  1. Passo 1: Medição do vão, do peso do estore e do diâmetro do eixo existente
  2. Passo 2: Verificação de alimentação dentro da caixa e do acesso pela frente ou pelo interior
  3. Passo 3: Escolha do binário do motor e do tipo de comando, com o valor fechado antes de comprar material
  4. Passo 4: Montagem do eixo motorizado, ligação elétrica e regulação dos fins de curso
  5. Passo 5: Programação dos comandos e ensaio de subida e descida com o cliente presente

Motorizar um Estore Que Já Existe: o Que Se Aproveita

Na motorização de um estore manual mantém-se tudo o que se vê: as lâminas, as guias laterais, a caixa e a própria tampa. O que sai é o eixo de enrolamento, a fita e o recolhedor de parede. Entra um eixo novo — normalmente octogonal de 60 mm, às vezes de 70 mm em vãos largos — com um motor tubular de 45 mm de diâmetro enfiado lá dentro e um suporte fixo do lado oposto. O buraco da fita na parede fica tapado ou reaproveitado para passar o cabo do interruptor.

O que manda na escolha do motor é o binário, medido em newton-metro, e calcula-se a partir do peso do pano de estore. Um estore de PVC pesa à volta de 4 a 5 kg por metro quadrado; um de alumínio térmico, cheio de espuma, chega aos 9 ou 10 kg por metro quadrado. Num eixo octogonal de 60 mm, um motor de 10 Nm move cerca de 20 kg com folga, um de 20 Nm anda pelos 40 kg, e daí para cima entra-se em motores de 30 a 50 Nm que já são para vãos de sacada.

Sobredimensionar tem custo e subdimensionar tem pior: um motor curto de binário aquece, entra em proteção térmica ao fim de dois ou três ciclos seguidos e fica parado uns minutos a arrefecer. Quando alguém nos diz que o estore sobe de manhã e à tarde já não sobe, é quase sempre isto — motor no limite, não motor avariado. Por isso medimos o vão e pesamos o pano em vez de ir pelo olho.

Fim de Curso Mecânico ou Eletrónico, Cabo ou Rádio

O motor de cabo com fim de curso mecânico é o mais barato e o mais duradouro. Traz dois parafusos na cabeça que se regulam com uma chave de fendas própria: um define onde o estore para em cima, outro onde encosta em baixo. Precisa de quatro condutores até ao interruptor — fase de subida, fase de descida, neutro e terra — e o interruptor tem de ser de duplo circuito com bloqueio mecânico, para que subir e descer nunca fiquem alimentados ao mesmo tempo.

O motor de rádio com fim de curso eletrónico memoriza as posições por programação, sem parafusos. Leva só alimentação permanente — fase, neutro e terra — e recebe as ordens de um comando ou de um interruptor sem fios colado à parede. Deteta obstáculo e para: se o estore encravar numa guia entupida ou apanhar o caixilho de uma janela aberta para dentro, inverte em vez de forçar. Também permite uma posição intermédia gravada, que é o que a maioria das pessoas quer para deixar entrar luz sem deixar entrar a rua.

A escolha entre um e outro decide-se pela parede, não pelo gosto. Se já existe o buraco da fita e há hipótese de passar cabo pela mesma conduta até ao ponto do interruptor, o motor de cabo é a opção sensata e mais barata. Se a alimentação chega à caixa mas não há por onde descer até à altura do interruptor sem abrir roço em parede acabada, o motor de rádio poupa a obra e paga-se a si próprio.

A Alimentação É Metade do Trabalho

Um motor tubular doméstico consome entre 120 e 220 W, ou seja menos de 1 A. Do ponto de vista de potência, cabe em qualquer circuito de tomadas. O problema nunca é a corrente: é haver ou não haver um ponto de alimentação dentro da caixa do estore. Em construção posterior a meados dos anos 2000 é frequente encontrar já lá um cabo de reserva. Em apartamentos dos anos 60 a 90 da Boavista, de Ramalde, da Foz e da Maia, quase nunca há.

Quando não há, a alimentação vem do ponto de luz do teto, de uma caixa de derivação próxima ou de um circuito de tomadas da mesma divisão, e fica protegida no quadro elétrico como o resto. Quando são vários estores, vale a pena criar-lhes um circuito próprio a partir do quadro, sobretudo se houver intenção de centralizar mais tarde — sai mais barato fazer isso de uma vez do que repetir a passagem de cabo casa fora, e é o mesmo raciocínio que aplicamos em qualquer ampliação de instalação.

Há ainda uma armadilha comum: quem quer trocar o interruptor de estore por um módulo inteligente descobre muitas vezes que na caixa de aparelhagem só existe fase e retorno, sem neutro. Praticamente todos os módulos de persiana precisam de neutro para se alimentarem. Ou se leva neutro até àquela caixa, ou se muda a estratégia e mete-se o módulo dentro da caixa do estore, junto ao motor. Isto verifica-se em cinco minutos na visita, e é o que evita comprar material que depois não serve.

Prédios Antigos da Baixa e Estores de Sacada

Nos prédios antigos do Bonfim, de Cedofeita e da Baixa a conversa muda. As caixas de estore são estreitas, muitas vezes com 14 a 16 cm de altura útil, e não aceitam um eixo de 60 mm com motor de 45 mm sem se perder curso de enrolamento. Há caixas de madeira sem tampa frontal, que só abrem por dentro depois de se retirar o aro da janela, e há vãos onde o estore é de madeira maciça e pesa o dobro do que aparenta. Nada disto impede motorizar — obriga é a medir antes de prometer.

Os estores de sacada, com dois metros de largura ou mais, são o caso em que mais vezes dizemos que não vale a pena forçar. Além do binário elevado, o pano velho de réguas de madeira ou de alumínio fino tem folgas nas guias, e um motor sobe-o com uma força constante que a mão não fazia: onde a pessoa sentia que estava a prender e parava, o motor continua e entorta a régua. Nesses vãos a recomendação honesta costuma ser substituir o pano primeiro e motorizar depois.

Da linha de costa de Matosinhos até Canidelo há um fator extra que não se vê nos primeiros anos: o sal. As guias de alumínio ganham óxido branco e aumentam o atrito, os suportes de chapa dos eixos enferrujam e a humidade entra na caixa por cima do aro. Motor bom com guias comidas de salitre é dinheiro deitado fora ao fim de três invernos, por isso limpamos e verificamos as guias antes de montar seja o que for.

Comandos, Centralização e Ligação a Domótica

Com motores de rádio, cada estore pode responder a três coisas ao mesmo tempo: o comando individual daquela divisão, um comando de grupo (todos os da sala, todos os quartos) e um comando geral da casa toda. Isto não é hardware adicional, é programação: o mesmo motor guarda vários emissores na memória. Num T3 corrente, um comando de parede por divisão mais um comando geral junto à porta de entrada resolve o uso real de 95% das famílias.

A centralização com fio faz-se de outra maneira, com um módulo por estore no quadro ou numa caixa de derivação, e um único ponto de comando a dar ordens a todos. É mais trabalhosa de instalar e mais fiável de manter a longo prazo, e é a opção que continua a fazer sentido em moradia, em obra a decorrer ou quando já se está a refazer a instalação elétrica da casa.

Para controlo por telemóvel, programação horária ou reação ao sol, o que se instala é um módulo de persiana — um pequeno atuador com duas saídas, subida e descida, entrada para o botão físico existente e ligação sem fios ao sistema da casa. O botão da parede continua a funcionar exatamente como antes, e isso é propositado: quando a rede falha ou o sistema é desligado, os estores têm de continuar a subir à mão de quem lá vive. Instalamos módulos genéricos de qualquer sistema aberto e não obrigamos ninguém a ficar preso a uma aplicação.

Quando o Problema Não É o Motor, e Não É Connosco

Metade das chamadas de estore parado não são avarias elétricas. Se o motor faz barulho e roda mas o estore não se mexe, a coroa ou o adaptador dentro do eixo partiu, ou o pano soltou-se das molas do tambor. Se não faz barulho nenhum e o comando não acende, é pilha, programação perdida ou alimentação cortada. Se sobe uns centímetros e volta a descer, é fim de curso desregulado ou deteção de obstáculo a disparar por causa de uma guia suja. Estas três verificam-se em minutos e resolvem-se no local.

O que não fazemos é a parte de serralharia e carpintaria do estore: substituir lâminas ou réguas partidas, refazer o pano, trocar a cinta de um estore manual, reconstruir a caixa de madeira apodrecida ou fabricar um estore novo à medida. Isso é trabalho de quem fabrica estores, e fazê-lo mal sai mais caro do que não o fazer. Quando o diagnóstico dá para esse lado, dizemo-lo na hora e não cobramos por uma intervenção que não íamos concluir.

Também não motorizamos portadas de correr nem janelas de batente, que são mecanismos diferentes e de outro fornecedor. O que fica sempre do nosso lado é a parte elétrica: alimentação, proteção, comando, programação e ligação ao resto da casa — a mesma lógica com que tratamos a automação de portões, onde a diferença entre um sistema que dura e um que chateia está no dimensionamento e não na marca.

Preços e Orçamentos

Motorizar um estore que já existe, com motor de cabo e alimentação disponível na caixa: €170 a €300. Com motor de rádio e comando: €220 a €400. Substituir um motor tubular avariado, aproveitando o eixo: €140 a €260. Comando adicional programado: €30 a €70. Módulo de persiana para domótica: €90 a €170 por estore. O intervalo existe por três razões concretas: o binário necessário (um motor de 10 Nm e um de 40 Nm não custam o mesmo), se é preciso levar alimentação nova até à caixa — o que pode acrescentar €60 a €150 por vão em roço e cabo — e se a caixa abre pela frente ou obriga a desmontar por dentro. Medimos e fechamos o valor antes de encomendar seja o que for.

Onde Atendemos

Matosinhos · Senhora da Hora · Leça da Palmeira · São Mamede de Infesta · Porto · Vila Nova de Gaia · Maia · Gondomar · Rio Tinto · Valongo · Ermesinde

Perguntas Frequentes

Posso motorizar os estores que já tenho ou tenho de os substituir?

Na grande maioria dos casos motoriza-se o que já existe. Mantêm-se as lâminas, as guias e a caixa, e substitui-se apenas o eixo de enrolamento por um eixo com motor tubular por dentro. Só recomendamos substituir o estore quando o pano está empenado, quando faltam réguas ou quando as guias estão tão comidas que o motor iria forçar.

Quanto tempo demora a motorizar um estore?

Com alimentação já disponível dentro da caixa, entre uma hora e hora e meia por vão, incluindo a regulação dos fins de curso e o ensaio. Se for preciso levar cabo novo desde um ponto de luz ou desde o quadro, conte com meio dia para o conjunto dos estores da mesma zona da casa, porque a passagem de cabo faz-se de uma vez.

Preciso de obra e de abrir paredes?

Depende de onde vem a corrente. Se existir alimentação na caixa do estore e se optar por motor de rádio, não há roço nenhum: o comando fica sem fios, colado ou aparafusado à parede. Roço só é necessário quando se quer um interruptor com fio num sítio onde não passa cabo, e nesse caso dizemos antes quantos metros de parede vão ser abertos.

O estore faz barulho e não se mexe. É o motor?

Normalmente não. Se o motor gira e o estore fica parado, partiu-se a peça de encaixe entre o motor e o eixo, ou o pano soltou-se das molas que o prendem ao tambor. É uma reparação mecânica curta e bastante mais barata do que um motor novo. Verificamos isso antes de propor qualquer substituição.

E se faltar a luz, fico com os estores fechados?

Sem corrente o motor não trabalha. Existem motores com manivela de emergência, que se acopla por fora e permite subir o estore à mão, e essa é a solução indicada para uma porta de varanda ou para uma saída de serviço. Para janelas correntes a maioria das pessoas dispensa, mas dizemos sempre que a opção existe antes de escolher o motor.

Dá para ligar os estores à domótica que já tenho em casa?

Dá, através de um módulo de persiana por estore. Trabalhamos com módulos de sistemas abertos, que funcionam com as plataformas mais usadas e mantêm o botão físico da parede a funcionar. O ponto a verificar antes é se existe neutro na caixa do interruptor; quando não existe, instala-se o módulo junto ao motor, dentro da caixa do estore.

Substituem lâminas partidas ou a cinta do estore?

Não. Lâminas, réguas, cintas, tambores de madeira e reconstrução de caixas são trabalho de quem fabrica e repara estores, não de eletricista. Fazemos o diagnóstico e dizemos-lhe com clareza que parte é mecânica e que parte é elétrica, para não pagar duas visitas a quem não vai resolver o problema.

Quantos estores se conseguem comandar a partir de um só ponto?

Com motores de rádio não há praticamente limite prático numa habitação: um comando geral pode dar ordem a todos os motores da casa, e ainda se criam grupos por divisão ou por fachada. Com centralização por fio o limite é o número de módulos que cabem no quadro e os circuitos disponíveis, e isso avalia-se na visita.

Precisa de Estores Elétricos e Automação de Estores?

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